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sexta-feira, 27 de julho de 2012

Zona urbana de Santarém não suporta tráfego de carretas

O estrangulamento da Santarém-Cuiabá, no trecho urbano, deve ser acelerado com a conclusão do asfaltamento da BR-163. Iniciativas isoladas começam a ser debatidas, mas a solução definitiva, admitem as autoridades, só serão implementadas a médio e longo prazo. 

Dentro das discussões, o desvio da Santarém-Cuiabá, para evitar o caos que se avizinha.

Segundo o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Santarém, Alberto Batista de Oliveira, a última vez que o assunto veio à baila foi quando alguns investidores do Mato Grosso estiveram em Santarém, para buscar alternativas de desafogar a rodovia, há cerca de um ano atrás, quando ainda a Secretaria de Infraestrutura era dirigida pela engenheira Alba Valéria. 

O engenheiro  Cleidimar Augusto da Silva garante que ainda não existe demanda, e a justificativa só se dará, com o aumento do fluxo de carretas com cereais escoados do Mato Grosso. A obra dependeria de verbas do Ministério dos Transportes através do PAC.

O foco da reunião, na ocasião, eram as alternativas para tirar o fluxo de carretas dentro da área urbana de Santarém. A Prefeitura tem um projeto para fazer um desvio próximo à entrada da cidade, e aproveitar uma estrada que passa pelo bairro da Vigia, para sair na rodovia Curuá-Una, e de lá seguir para os portos, inclusive o porto público e um outro de iniciativa privada, que será construído pela empresa de transportes Passarão, que adquiriu um terreno ao lado da antiga TECEJUTA.

A alternativa definitiva faria o desvio na comunidade de Poço Branco, antes da Mato Grosso Cereais, mas o presidente da ACES, Alberto Oliveira, garante que “nada disso está sacramentado”. Nesse caso, um novo porto cargueiro deveria ser construído no bairro da área verdade, para receber o movimento das carretas.

O plano mais palpável e mais barato, segundo o presidente da ACES, é que “a Companhia Docas do Pará tem interesse que firmar convênio com o 8º BEC para duplicação de 20 km da Santarém-Cuiabá, a partir do Cais do Porto, mas com a alternativa de melhorias na Travessa Raimundo Fona, para servir de alternativa de tráfego de carretas”.

“O comandante do BEC, Cel. Codelo, conversou conosco aqui, e falou dessa proposta da duplicação dos 20 km. O BEC já tem o projeto, mas ainda não tem recursos”, garante Alberto Oliveira. Ele continuou assegurando que “o que nós conversamos com o José Francisco, da Cargill, é que eles locaram as instalações do empresário Casagrande, para que as carretas venham até lá, e apenas no período noturno, como uma forma de não congestionar o trânsito na zona urbana da Santarém-Cuiabá” finalizou.


Fonte: O impacto

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