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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Prefeitura corta transporte e merenda escolar no planalto

Alunos da comunidade de São José e Cipoal denunciam a falta de ônibus. Eles afirmam que desde o início da semana o ônibus que transporta crianças até as escolas das comunidades não apareceu nos locais fixos, para apanhar os alunos.

Segundo eles, a falta de transporte escolar pode prejudicar a conclusão do último bimestre do ano.

Já os professores das comunidades afetadas disseram que o motorista de uma das empresas contratadas para transportar os alunos recebeu ordem para interromper o serviço.
O problema afeta escolas da rede estadual, por falta de recursos para pagar as empresas contratadas, mas o transporte para as escolas municipais estaria sem problema.

Ocorre que o pagamento para as empresas que servem as escolas estaduais é feito pela Prefeitura, através da Semed, por conta de um convênio firmado desde julho.
 
A assessoria da Semed informou que o recurso referente ao convênio só foi repassado até agosto e que de lá para cá o Município teria complementado o pagamento com verbas federais repassadas para ajudar o transporte escolar, mas o dinheiro acabou.

Enquanto o impasse sobre o convênio entre Estado e Município não se resolve, centenas de crianças do planalto podem ficar sem aula nos próximos meses.

Muitos falam que o não cumprimento do acordo entre Prefeitura e empresas de transportes coletivos é uma represália, devido a candidata Lucineide Pinheiro, que era a titular da Secretaria Municipal de Educação, ter perdido a eleição à Prefeitura de Santarém. Mas isso são apenas comentários que surgiram na região do planalto, onde o candidato
Alexandre Von teve uma votação superior à professora Lucienide.

Vereador fala em retaliação: O vereador Jailson Alves, que foi eleito prefeito de Mojui dos Campos, esta semana usou a Tribuna da Câmara Municipal de Santarém para denunciar o descaso: “Desde a segunda-feira passada estamos com deficiência no transporte escolar na região Santarém-Jabuti, porque o ônibus que faz o transporte dos alunos, pela manhã e à tarde, nas comunidades Mojú do Belarmino, São Francisco do Mojú, Igarapé Seco, Una 1 e Una 2, até Umbizal, não está prestando serviço. O proprietário alega que não está recebendo os repasses da Prefeitura, comprometendo o final do período das aulas”, disse Jailson.

Citando outras comunidades onde o transporte escolar não está atendendo aos alunos, o Vereador denominou outras irregularidades que o recém emancipado Município está enfrentando, ressaltando: “Não podemos deixar que os empresários, por divergência com o poder público municipal, façam chantagem com os alunos, comprometendo o término das aulas”, falou.

O vereador Jailson pede que a prefeitura de Santarém, através da SEMED, possa agilizar e solucionar este problema.

Jailson não sabe precisar se esta decisão de prejudicar aos alunos, através do corte no pagamento do transporte escolar, é mais um descaso com o novo Município. 


Fonte: O impacto

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